domingo, 15 de março de 2009

Em tempo!

Errei ao não narrá-los a saga do "O que chamarei de um oito de paus..."
Foi assim:
"Quando eu estava bebendo água vi no chão do corredor ao lado do bebedor uma carta que era um oito e que eu não sabia qual era o nome do naipe dai eu coloquei no meu blog que o nome do naipe era paus.
Depois eu descobri que a carta era do meu colega e ele me disse que se ela fosse cor de rosa atras eu tinha que devolver pra ele mas que se ela nao fosse cor de rosa eu podia ficar com ela.
Daí eu olhei e vi que ela era cor de rosa.
Dai depois eu falei pra ele que eu ia ter que devolver a carta pra ele e dai ele disse pra mim não fica triste eu te dou a mesma carta de outra cor atras como azul ou preta por exemplo.
Entao eu pensei que era mesmo coisa de Deus quando acontece umas coisas estranhas e disse pra ele quando ele ia me dar a carta igual de cor diferente atras que eu preferia escolher uma no baralho.
(Eu pensava no onze, claro!)
Daí eu tirei o Coringa e ele disse que não ia me dar aquela e que era uma coisa muito estranha e perguntou se eu não tinha lido o dia do coringa e eu disse que não.
(E tirei outra!)
E era um valete de paus e dai eu aprendi o nome do naipe e dei um pulo e tive que contar toda a historia."

Errei também ao não citar aquela cena, quando o gurizinho tem que ir com a faquinha atras das raposas que estavam casando na chuva enquanto fazia sol. E dai como ele viu ele tinha que morrer e ele foi andando até o fim do arco íris porque era lá que moravam as raposas.








"Ele precisava estar pronto para a morte!"









Pois, é como digo sempre aos queridos amigos: É não perdendo que se ganha!
Rá!


...
-Um sentimento de compreensão que é indizível... 
-Indizível o sentimento, ou a compreensão?
-Os dois. Ao mesmo tempo.
...

Não sabe-se "como" nem  "o que", mas sabe-se que uma experiência foi vivida. Algo nos aconteceu, e já não somos mais os mesmos!
(Seria isso a "catarse"?)
O que acontece é que tenho sentido essa "coisa" muitas vezes essa semana.
Pressinto o inverno com a certeza de ter um bom número de remetentes guardados; os sonhos e planos se misturam.

(Estarei ficando louca?)

Choros de saudades, e sorrisos de encontro: Hilda Hilst já me acenou 3 vezes!

-Por favor... quando à vires, digas que mandei "lembranças" à Benjamim!


terça-feira, 10 de março de 2009

O que chamarei de um 8 de Paus, no chão do corredor, ao lado do bebedor.

-Sim, eu represento um papel, e não vejo problema nenhum nisso...!

Agora, sonho com Maremotos. Decerto é porque o dia é muito corrido - e eu conto cada minuto - que esqueço "onde estava mesmo indo? " ou "o que eu tenho que fazer agora?".

xxxxxxx

Pequeno poeminha, sem pretensão, que nasceu ao acaso.

EU
Tenho idéias o tempo todo. E mais: levo todas muito à sério!

TU
Que dança comigo
Que ri dos outros
Que Não existe
... tu...

ELE
Que gosta da minha saia
Que me decifra
Que se revela

NÓS
Estamos aqui, por todas essas... linhas?
(Lembre-se que não gosto mais de cadernos...)

...Voz!

ELES
Sentados 
e Lindos.

xxxxxxx

É do nada assim que surge...
O estar constantemente experimentando e assumindo seguros riscos, é que vicia nesse jogo de montar: corpo, tinta, nota.
-Mas ainda não li o jornal.
E não importa se hoje lembrei que odiar as pessoas é ruim (fui lembrada, aliás).
-Li, como o brilho realmente contagia!



segunda-feira, 9 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

E aquele caminhar (que já era vôo), 
Nem tão leve assim pousa.
É tijolo de seis furos, com "formigas neuronais" por toda parte...
Já é noite as 19h !
Percebo que o problema não é com o sol e sim, com o relógio.

Faço apostas, 
Aprimoro quem mais detesto (e é preciso eleger com muita precisão os inimigos!)
Cultivo meus defeitos,
crendo na capacidade infinita do ser humano em cometer erros aparentemente absurdos em um curto espaço de tempo.
Ah! E minto quando digo que engano.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Princípio da "descrição" semi-detalhada das coisas e pessoas que precisam ser citadas.

Fico tentando amarrar todas as formas antes de começar, e esse organizar me congela.
Como relacionar em uma mesma frase os cheiros e os ares sentidos, os abraços... Como citar as lágrimas sem parecer piegas? Como cultivar segredos sem ser excessivamente secreto e misterioso? Como equilibrar-se entre aceitar os desafios, e entre compreender os limites?

A influência mútua, a troca. 
O trabalho que é produto de um processo - de uma sequência de acontecimentos- é  único. Ele é a expressão concreta de uma etapa, e ainda, apenas uma parte do processo, se assim desejarmos. 

- O bom de não ter sido eu a inventar o mundo, é que descubro muitas coisas que nunca teria podido inventar! O bom também, é que posso adicionar o que penso que falta, posso intervir e transformar, usando modelos como base.

Inventamos-nos mutua e constantemente.
Assim, quando participamos ativamente do processo de construção uns dos outros (influenciando e nos deixando infuenciar pelo entorno), é que resistimos à competição e à inveja. Somente assim, quando nos percebemos parte do processo de outros, e quando percebemos parte dos outros no nosso processo. 
Quem copia quem, se temos sempre que nos transformar?




quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

É só a maneira de escrever...

"Todos dizem o mesmo", esse é o endereço... E não é à toa. Não!
Um diz, que não sou clara.
Outro, que é preciso ser capaz de fazer com que os outros nos compreendam... que é preciso ser capaz de passar "a mensagem"...
E outro, que independe mensagem/sentido: a alma é livre e leve, e voa... como as plumas.
(Cafona. Talvez não extamente assim, mas... quase isso. Sem sentido mesmo...)
Ah sim! O Sentido!!!
xxxxxx
Disseram hoje, que estou feia. Eu, que tenho colhido as mais belas frutas, e provado dos mais "Soviéticos" Sabores... Eu, que passeio na Senzala.
Ontem à noite, era Ditadura. Eu fumava um cigarro atrás do outro, sorria ao amigo da frente e depois, via o colega de um ângulo engraçado... de baixo pra cima... com aquela luz amarela...
Era Ditadura, eu disse.
Creio na capacidade extrema do Ser Humano em se re e re e re e reinventar, sempre, contínuamente.
Cansa, dá trabalho, mas vale a pena.
Gestar melhor o tempo, deixar de  fazer promessas: Eu digo isso à toa?
Eu:
Potes, garrafas de vidro, conchas, pedrinhas e arames; (agora) cordas (!), (e desde antes) caixinhas e ponteiras, 13º andar. Copio o Caio, tímida e descaradamente...
Em vão tento apreender toda minha sorte aqui... Em vão.
A lua brilhava enquanto subia o aviãozinho que faz fumaça branca. Hoje eu escutei o apito do afiador de faca... Já sabia... é coisa boa na certa!
Janela aberta, música, pé no chão, e uma pilha de papel do meu lado direito.

Um, diz que não sou clara...

.

Tudo é busca de espaço.

E eu paro.

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