E volto porque posso ser ... novamente. E volto porque novamente tenho sentido, visto e ouvido tudo, porque afinal, talvez seja esse mesmo o movimento. O movimento da onda: vai...chuá... e vem... chuá... e vem....
Nessa, nasceu a pestana. Nessa, arrisco meu primeiro dedilhado.
Nessa, paro na apresentação de uma orquestra Sinfônica a perceber como é estranhos homens usarem sapatos: já pensou que lindo, se estivessem todos descalços?